dezembro | 2025

periferias 10 | edição especial

Renaya Dorea

Editorial

Entrevistas

ensaios

Como a política da migração se tornou uma máquina da desigualdade global

Longe de ser o caos nas bordas de um mundo estável, a migração reproduz teias de políticas, instituições e acordos das geografias da dependência pós-colonial

Heaven Crawley

| Reino Unido |

Tecnologia é a resposta, mas quais são as perguntas?

Por uma cidadania digital situada, territorializada e com protagonismo da juventude periférica

Felipe Moulin, Felipe Almeida e Alexandre Costa

| Brasil |

Corpo-método periférico: formar, organizar e agir

Somos ou não cidadãos de direitos?

Cleber Ribeiro e Arthur Pedro

| Brasil |

Favela do Moinho: ‘Vocês ainda estão aqui?!’

A resistência histórica da Favela do Moinho no centro de São Paulo é exemplo contundente de que muitas pessoas “ainda estão aqui”, apesar da brutalidade cotidiana do Estado

Isadora Guerreiro e Débora Ungaretti

| Brasil |

Interceptação

Novas estratégias de solidariedade global por Gaza navegam o Mediterrâneo

Zukiswa Wanner

| África do Sul |

‘A gente se vê como uma árvore, uma oliveira unida à terra’

Ou como Ghassan e as oliveiras da Palestina recalibram horizontes de libertação pela coletividade

Juliana Muniz

| PALESTINA | BRASIL |

Retomar a fronteira

Relações de poder se dão na convergência, mesmo que as diferenças sejam fundamentais

Osmar Paulino

| Rio de Janeiro, Brasil |

Entre cliques, interfaces e códigos

Fio-ações que tecem tecnologias do viver

Vic Argôlo

| Belém, Brasil |

Resistir com educação ambiental é reexistir na Maré

Educação ambiental nas favelas vai é uma pedagogia de memória, ancestralidade e futuro

Kaya Mendes

| Rio de Janeiro, Brasil |

Entre a fome e o clima

O desafio de garantir saúde e a dignidade das mulheres negras em meio às mudanças climáticas

| Recife, Brasil |

literatura & poesia

Invocação do mel | Inferno | Pendências

Dinha

| São Paulo, Brasil |

De volta pra casa

conto de Preto Michel

| Belém, Brasil |

calibri 12 | equílibrio | antes de Nakba

Diogo Cardoso

| São Paulo, Brasil |

fotografia

‘Vou sempre persistir, pois a gente está em união’

A resistência dos povos Munduruku, Wai Wai, Tembé, Arapiun, Tupinambá, Sateré Mawé e Xikrin na sede da SEDUC e a revogação de uma lei

Matheus Sousa e Lucas Germiniani | Alessandra Korap | Vic Argôlo

| Belém, Brasil |

A batida não para conta a história de um migrante haitiano no Brasil lutando por seus direitos a viver dignamente. Trabalhar, comprar uma casa e, mais importante, reunir sua família haitiana no Brasil.

Parceria

UK Research & Innovation (UKRI), Global Challenges Research fund (GCRF), Migration for Development and Equality (MIDEQ), The Interuniversity Institute for Research and Development (INURED), Uniperiferias, Coventry University

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